Para o Ministério Público, o atual ministro do Meio Ambiente cometeu fraude no processo de plano de manejo da Área de Proteção Ambiental da Várzea do Rio Tietê, em 2016, para favorecer empresas
No recurso, os promotores citam como exemplo dos danos causados por Salles a decisão do CONAMA sobre a suspensão de regras de proteção ambiental de áreas de manguezais e restingas.
Dias depois de Salles culpar a Noruega pela paralisação do Fundo Amazônia, o ministro do meio ambiente do país afirmou que, para a retomada do financiamento, o governo federal precisa dar “sinais políticos claros” de que “tem vontade política para conter o desmatamento”.
De acordo com O Globo, dos R$ 154,7 milhões disponíveis pelo Tesouro para esse fim, o Ibama liquidou apenas pouco mais de R$ 57 milhões, o equivalente a 36,8%.