“Lançado na Livraria Valer, documento com mais de 600 páginas, articula diagnóstico fiscal, ordenamento territorial, bioeconomia, infraestrutura e inovação como base para um novo ciclo...
Enquanto a Amazônia for percebida apenas pelo que pode ser no futuro ou pelo que foi no passado, ignorando seu presente, suas aspirações e as suas dificuldades de hoje, seguiremos a não dialogar, a não construir e, principalmente, a desperdiçar uma enorme oportunidade
O Brasil é destacado como potencial líder na mineração minerais estratégicos cruciais para a transição energética, enquanto enfrenta desafios de transparência e inclusão ambiental em suas políticas de exploração mineral.
Estamos propondo que, lado a lado, com o licenciamento ambiental seja construída a Licença Social Para Operar, envolvendo o setor privado mais o setor público mais a sociedade civil, como vem ocorrendo em países de economia mais avançada. Dessa forma, é possível, de forma civilizada, chegar ao ponto em que os projetos de mineração deixem de ser considerados como uma maldição.
“Acreditamos que o entendimento, os acordos transparentes e coerentes, mediados por uma magistrada de um perfil admirável e comprometida com o bem maior das etnias que aqui resistem, levará o conflito ao bom desfecho, assegurando ganhos e avanços de parte a parte e para o bem da sociedade e das futuras gerações”
“Para o ministro Alckmin, o Amazonas tem uma oportunidade relevante para expandir seu leque de receitas e empregos e contribuir com as economias que o potássio traria ao país, ou seja, ajudaria o país a reduzir suas importações e fortalecer a economia do agronegócio do Centro-Oeste.”
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas