Adaptação digital pós-pandemia exige internet renovada, alega Gilson Schwartz
Por Simone Lemos - Jornal da USP
Metaverso
O mundo digital e a realidade física se fundem de tal...
Por Agência Texty
Segundo previsões futuras, daqui a aproximadamente quatro anos, cerca de 25% das pessoas passarão, pelo menos, uma hora por dia no metaverso. Por conta...
“Science meets Business” acontece de 20 a 24 de junho com feira de startups, showroom de tecnologias, desafio de inovação e tech recruiting; inscrições para startups vão até 17 de junho
Imagina um mundo onde você acorda pela manhã e tem mais tempo para tomar o café da manhã com a sua família. Você não precisa se apressar tanto, pois aquele tempo que você perderia se deslocando para o trabalho não precisa mais ser feito. Basta voltar para cama, colocar os óculos especiais e entrar no mundo virtual.
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.