Adaptação digital pós-pandemia exige internet renovada, alega Gilson Schwartz
Por Simone Lemos - Jornal da USP
Metaverso
O mundo digital e a realidade física se fundem de tal...
Por Agência Texty
Segundo previsões futuras, daqui a aproximadamente quatro anos, cerca de 25% das pessoas passarão, pelo menos, uma hora por dia no metaverso. Por conta...
“Science meets Business” acontece de 20 a 24 de junho com feira de startups, showroom de tecnologias, desafio de inovação e tech recruiting; inscrições para startups vão até 17 de junho
Imagina um mundo onde você acorda pela manhã e tem mais tempo para tomar o café da manhã com a sua família. Você não precisa se apressar tanto, pois aquele tempo que você perderia se deslocando para o trabalho não precisa mais ser feito. Basta voltar para cama, colocar os óculos especiais e entrar no mundo virtual.
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.