Indicado para assumir o Ministério da Saúde, Queiroga disse hoje que vai trabalhar para homogeneizar a conduta assistencial no tratamento da covid-19 no país.
Indicado para o Ministério da Saúde defendeu a combinação das ações e enfrentamento à covid-19 com medidas de proteção do emprego e assinalou o papel da ciência brasileira para subsidiar autoridades de saúde.
Ao chegar para reunião no ministério, Queiroga disse que "a política é do governo Bolsonaro. A política não é do ministro da Saúde. O ministro da Saúde executa a política do governo".
Médico cardiologista substituirá o general Eduardo Pazuello no comando da pasta. A nomeação de Queiroga será publicada na edição desta terça do Diário Oficial da União.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.