No varejo ou no atacado, o Brasil é dono de mais de 60% deste patrimônio vital para a Humanidade. E isso tem valor como floresta não como exploração predatória, que supõe desmatamento e destruição. O Amazonas precisa sair urgente do ranking dos estados que mais desmatam. Continuar nessa direção significa matar nossa galinha dos ovos de ouro.
Os reflexos para a administração pública e para o próprio cotidiano manauara, e até para o interior do Amazonas, deveriam ser pauta de planejamento a longo prazo desde agora. Não serão reflexos desprezíveis.
A mistura de arte e ciência resultou no livro “O sauim isso e aquilo”, que busca dar visibilidade e sensibilizar as pessoas para necessidade de conservar o macaco, que ocorre apenas no Amazonas