Ramos disse respeitar a religiosidade de todos e que “o presidente pode andar por onde ele quiser”, mas espera boas notícias. “Agora o povo do Amazonas ainda espera que ele venha aqui trazer uma boa notícia que até agora ele não trouxe nenhuma”, afirmou.
Naquela decisão, Moraes deu 10 dias para que o presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentasse ao STF informações sobre a redução do IPI, e, após esse prazo, cinco dias para que a AGU e a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestassem sobre o caso. Enquanto isso, a alíquota do IPI permaneceria reduzida até o julgamento definitivo pelo STF.
A frase é mentirosa. O Amazonas, Manaus ou a Zona Franca de Manaus não é um paraíso fiscal. Pelo contrário, é uma zona industrial que gera mais tributo à União do que os repasses que recebe do governo federal.
Isso é muito urgente. E diria que se trata do mais urgente dever de casa que poderíamos executar neste momento. Conhecemos em detalhes, e sem delongas história, a luta, o desgaste, a maledicência e a necessidade de uma nova consciência para defendermos os acertos daquilo que é considerado pelos especialistas o mais bem sucedido programa de desenvolvimento de redução das desigualdades regionais na história da República brasileira.
A questão ainda não percebida amplamente é: por qual razão o Brasil insiste em afastar a prosperidade da Amazônia? Por que estamos sempre encontrando desculpas para nada fazer na região, nem nunca superar as suas deficiências? Em uma vertente ainda há gente que acredite que a agricultura extensiva cabe na região, quando claramente a floresta em pé é muito mais valiosa, de acordo com vastas evidências. Por outro caminho há um impedimento sistemático para que as ações econômicas com alguma tecnologia prosperem por aqui.