As práticas nacionais que estão em curso não podem produzir riqueza sem antes desflorestar, o antônimo de proteger. A Amazônia só tem produzido valor econômico expressivo através de sua diminuição.
Proibir a conjugação do verbo assear na floresta, ir e vir por essa estrada emblemática, a conduzir negócios e oportunidades, sonhos e esperanças de todos nós, não dá para aceitar. Queremos trilhar todos os caminhos que levam a um Amazonas próspero, diversificado e sustentável