Em meio a um cenário de intensificação da produção de petróleo, o Brasil enfrenta o desafio de equilibrar suas ambições energéticas com compromissos climáticos globais. Sob a liderança de Jean Paul Prates na Petrobras, o país planeja expandir significativamente sua exploração offshore, enquanto se prepara para sediar a próxima cúpula climática da ONU, destacando a complexa dinâmica entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade ambiental.
Em sessão tensa no Senado, declarações de Lula sobre Gaza provocam pedidos de retratação pelo presidente do Senado Rodrigo Pacheco, e acaloradas defesas como a do senador Omar Aziz, destacando-se críticas ao encontro do governo Bolsonaro com extremistas e apelos por paz entre Israel e Palestina.
Geraldo Alckmin, vice-presidente, anuncia medidas para fortalecer a indústria fora do eixo Rio-SP, focando em inovação, sustentabilidade e energias renováveis, com investimento de R$ 2 bilhões para digitalizar empresas.
Em meio a críticas à gestão ambiental atual, servidores do Ibama e ICMBio rejeitam proposta governamental de reestruturação de carreiras, mantendo greve iniciada em janeiro por reajustes salariais e melhorias nas condições de trabalho.
O novo arcabouço fiscal nasceu sem pretensão de ser uma regra duradoura, em substituição à regra de teto de gastos, de vida curta e inglória. O Brasil troca de regra fiscal como trocamos de roupa. É um curioso caso em que as metas seguem os resultados —e não o contrário.
Durante um evento da Volkswagen em São Bernardo do Campo, o presidente Lula destacou o potencial do Brasil de se tornar líder mundial da transição para energia verde, prometendo superar a era dos títulos no futebol com investimentos em sustentabilidade.