Através de medida publicada hoje no Diário Oficial, o governo revogou mudanças na legislação ambiental feitas durante a administração Bolsonaro, restabelecendo medidas rigorosas para a aplicação de multas ambientais e proteção do meio ambiente.
O Brasil intensifica esforços para liderar a indústria de biocombustíveis, buscando alianças entre governo, agronegócio e setores internacionais para promover a descarbonização e a sustentabilidade ambiental.
O Ministério dos Transportes avança na proposta de pavimentação da BR-319, visando uma rodovia de R$ 2 bilhões que equilibra desenvolvimento e preservação ambiental na Amazônia, prometendo inovações como estrada-parque e monitoramento intensivo.
Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, enfrenta desafios de comunicação com o Congresso e pressões internas, enquanto tenta avançar sua agenda ambiental em meio a resistências da bancada ruralista e demandas por maior habilidade política.
Em visita a Belém, os presidentes Macron e Lula anunciam investimento de 1 bilhão de euros em bioeconomia na Amazônia, em meio a protestos do Greenpeace e discussões sobre proteção ambiental e cooperação científica.
“Portanto, a estratégia para a COP30 e além deve contemplar a construção de uma infraestrutura que permita à Amazônia prosperar economicamente de forma sustentável, garantindo sua preservação e contribuindo para o bem-estar de suas comunidades e do mundo.”
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas