A medida que inicialmente era tida como trágica ficou de bom tamanho depois do governo temer perder 17 ministérios e a esplanada voltar a ter a configuração ministerial do governo Bolsonaro, que seria uma derrota muito maior
“O relatório não acaba com nenhum ministério, não acaba com nenhum órgão, não tira do governo a possibilidade de poder implementar a sua agenda política. Nós vamos continuar conversando com o Congresso Nacional, com o seu relator, para buscar, até a votação no plenário, os aprimoramentos necessários”, disse Alexandre Padilha da da Secretaria de Comunicação Social
Enquanto os "guerrilheiros" do MST bradam "Alckmin guerreiro/ do povo brasileiro", em concorrido festival, o pau quebra nas hostes governistas a propósito do petróleo...
“É hora, pois, da mobilização regional, de apressar a frente parlamentar da Amazônia em novos formatos, apoiados pelas entidades de classe do setor produtivo de todos os estados e a respectiva opinião pública. Só assim, água, petróleo, bionegócios, potássio e outros itens minerais poderão ser gerenciados pelos atores regionais e em benefício de nossa gente. E isso é muito urgente!”
Contando com diversos especialistas com a ministra do Meio Ambiente Marina Silva e o co-fundador do Idesam e CEO da Amaz, Mariano Cenamo, a Folha de São Paulo realizará evento para debater o presente e o futuro do governo Lula perante essas que são duas das principais questões do século XXI.
Desde que foi acordado no Acordo de Paris, em 2015, apenas 0,68% do reflorestamento foi realizado. Segundo Sergio Leitão, diretor executivo do Instituto Escolhas, o desafio necessita ser encarado em escala industrial.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.