Na COP 28 em Dubai, Marina Silva destacou a necessidade de liderança dos países desenvolvidos na transição energética do planeta, enquanto o presidente Lula cobrou maior comprometimento financeiro dos países ricos em questões climáticas.
Desmatamento no cerrado brasileiro sobe em novembro, enquanto na Amazônia há queda. Governo lança planos para combater o desmatamento em ambos os biomas, em meio a debates sobre políticas ambientais e a urgência de medidas mais efetivas.
Servidores do Ibama e ICMBio ameaçam paralisar atividades externas, incluindo fiscalizações, exigindo do governo federal melhores condições salariais e tratamento justo, em comparação com colegas da ANA.
Declaração de Alexandre Silveira sobre entrada do país na OPEP+ sem reduzir produção de petróleo, gera controvérsia em Dubai, contrastando com o discurso do presidente Lula sobre liderança em transição energética e combate às mudanças climáticas
Na COP28, o Brasil vai destacar sua redução no desmatamento da Amazônia deste ano e propor um fundo para a conservação de florestas, enquanto enfrenta desafios internos, como a regulamentação do mercado de carbono e o aumento do desmatamento no Cerrado. ONGs e cientistas pressionam por medidas mais efetivas contra combustíveis fósseis e a proteção de ecossistemas não florestais.
O Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, vai liberar R$ 318 milhões para combater o desmatamento, com a Polícia Federal planejando reforçar a segurança na região e um centro internacional em Manaus para combater crimes ambientais.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas