Por cá, o orçamento para pesquisa em biotecnologia foi reduzido a zero. O Liberalismo real protege o seu país, liberando para a concorrência os produtos de maior valor agregado e de maior interesse, onde o próprio país é competitivo e não ao contrário. Nosso (pseudo) liberalismo entrega o valor agregado para estrangeiros, relegando-nos ao extrativismo.
ZFM
Num momento onde a ideologia do liberalismo econômico é mais forte do que nunca no dito e no não dito das pessoas, é fácil assumir-se liberal na economia. Difícil é respeitar as instituições. Difícil é respeitar o rito do processo legal, e os direitos humanos.
O governo paralelo achou que queimar/desmatar a Amazônia seria um gesto de aliança ou bajulação do agronegócio [...] O tal gabinete não dá trela a esses apelos científicos e tecnológicos, pelo contrário, despreza-os..
"E o título de cidadão Amazonense, finalmente, é justo e meritório para um amazônida que considera a ZFM como o seu partido político, que se compromete em fazer alianças com todos os outros partidos do setor produtivo para integrar o bloco Amazônia."
Nesta mão única das regalias tributárias, o Amazonas e toda a Amazônia Ocidental e o Amapá, ficam na saudade de um futuro que não chegou e de uma redução das desigualdades regionais que fizemos nossa parte para encurtar. Com tudo isso, a política fiscal diz para a política industrial que a indústria vai encolher. É mais negócio o agro, pois é pop e tudo para a balança comercial. E, apesar das provocações recebidas, pagas com o atraso dos insumos da vacina, os chineses precisam comprar pois quem não alimenta o povo não se sustenta politicamente.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas