Num momento onde a ideologia do liberalismo econômico é mais forte do que nunca no dito e no não dito das pessoas, é fácil assumir-se liberal na economia. Difícil é respeitar as instituições. Difícil é respeitar o rito do processo legal, e os direitos humanos.
É evidente que num ambiente de tantas incertezas ao nível econômico e político de um país imerso em processos de estagnação econômica, de empobrecimento...
Se colocarmos, monoliticamente, os objetivos da política econômica numa única trajetória de equilíbrio fiscal expansionista, poderemos ficar com a sensação de que, no meio do caminho, voltamos ao marco zero de nossa caminhada e, como disse Alice, “a gaveta da alegria já está cheia de ficar vazia”.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos