A palavra de ordem é sustentabilidade, quase um preceito sagrado, que se confirma desde a melhor remuneração dos ribeirinhos - agora sem os atravessadores - aos cuidados sanitários com a coleta, preparo e produção a bordo da balsa-fábrica, sob as bençãos de Lavoisier. “Nada se perde nada se cria, tudo se transforma”.
E nesta hora, a partir de agora, só diremos amém se formos protagonistas da oração. Chega de transferir a outrem a iniciativa do construir e fabricar saídas e soluções. Manaus precisa e é capaz de gerar a base econômica da justiça coletiva de verdade e com autoridade de sacudir a exclusão social, cultural, racial, econômica na perspectiva da interação regional, inteligente e muito urgente que se impõe. Amazônia do Futuro é a Amazônia do Século 21 que já começou.
O Polo Industrial de Manaus – PIM fechou o ano de 2020 com cerca de 500 industrias instaladas e gerando 93.317 empregos diretos. O faturamento das empresa instaladas no PIM chegou a 119, 68 milhões de reais, melhor resultado dos últimos seis anos e tendo os segmentos de eletroeletrônicos e bens de informática à frente do faturamento global do PIM, com participações que juntas chegam a 50% do faturamento global
O governo paralelo achou que queimar/desmatar a Amazônia seria um gesto de aliança ou bajulação do agronegócio [...] O tal gabinete não dá trela a esses apelos científicos e tecnológicos, pelo contrário, despreza-os..