Expectativa é de que, em 2023, taxa caia para 5,2%
Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
O mercado financeiro reduziu, pela terceira semana consecutiva,...
Contudo, não há algoritmo nem bom senso em economia capaz de traçar cenários para taxa de câmbio, taxa de juros e crescimento do PIB, quando o componente político passa a pesar tanto quanto vem acontecendo domesticamente. Há elevados "riscos de cauda". Muito provavelmente, incertezas e volatilidade tomarão conta, cada vez mais, do cenário de curto prazo. No Brasil, em anos de eleições presidenciais, caminhamos cada vez muito próximo do abismo.
Quando há a tributação de lucros e dividendos há sempre algum tipo de integração, porque as duas incidências se interconectam. Ao estabelecer a tributação exclusiva nos lucros, o Brasil, assim com mais de 20 países, optou pela integração completa. O projeto perfilha a desintegração total, comprovadamente malsucedida.
“O mundo está financeiramente bem frágil, mesmo com ciclos exuberantes de valorizações de diversos ativos, até porque a economia real, da produção, dos ganhos de produtividade, dos investimentos e do emprego, se move com muita cautela. Riscos de estagflação rondam o mundo e outros gigantes econômicos podem se revelar de pés de barros e levar o mundo a um mergulho profundo rumo à nova recessão econômica. Um mundo de elevada volatilidade nos mercados financeiros deve pairar sobre nossas vidas, por mais algum tempo”
Nasdaq, Dow Jones e Ibovespa sentiram hoje o impacto do calote de uma empresa chinesa que empresa mais de 3,8 milhões de funcionários, a Evergrande; cotação do dólar também foi afetada.