Quase todo o ipê legalmente extraído vem de planos de manejo e o restante de cortes autorizados. Ao mesmo tempo, por ter alto valor comercial sua extração ilegal financia outros ilícitos nas grandes frentes de desmate criminoso na Amazônia
Órgão governamental dá continuidade ao Projeto Ipê e libera informações que contrariam estudos anteriores trazendo à tona opiniões variadas entre especialistas da área.
A ideia é criar condições favoráveis que possam abrir o caminho para que os agricultores melhorem seu sustento e se tornem independentes para, futuramente, expandirem de forma orgânica e autossuficiente, gerando, ao mesmo tempo, impacto ambiental positivo.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.