Tag: Instituto Butantan

Alerta Butantan: “novas pandemias poderão ocorrer em breve e precisamos estar preparados”

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP A probabilidade que o mundo venha a enfrentar novas pandemias no curto ou médio prazo é muito alta....

Aranhas da Amazônia produzem toxinas que podem ser usadas como medicação e inseticidas

“Nossa biodiversidade é uma fonte inesgotável de surpresas constantes, e a preservação do meio ambiente é vital", diz pesquisador da Unifesp se referindo aos...

Butantan detecta outras sublinhagens da cepa Ômicron em São Paulo e Ribeirão Preto

Por Tamires Ferreira - OLHAR DIGITAL A Rede de Alerta das Variantes do SARS-CoV-2, coordenada pelo Instituto Butantan, detectou a presença, pela primeira vez no...

Andorinhas-azuis que migram para a Amazônia voltam contaminadas por mercúrio

Júlio Bernardes Mercúrio encontrado na natureza e aquele usado em garimpos nos rios da região acumulam-se nas penas das aves, afetando peso e nível de...

Margareth Dalcomo: As cicatrizes da pandemia

Médica conta das dificuldades dos profissionais da saúde em enfrentar a Covid-19, dos dramas de pacientes que atendeu e do provável aumento de casos...

O espetáculo do desabrochar do antúrio titã, a flor gigante, que só floresce duas a três vezes na vida e apenas por 72 horas

Antúrio titã, jarro titã ou flor-cadáver. Pelos nomes já dá para ter uma pista de porquê a Amorphophallus titanum é tão famosa. Planta rara...

Artigos populares

Dom Hilário Moser, meu pai na fé

"Neste 15 de agosto, minha oração é de gratidão. Gratidão...

Energia barata, conta cara: onde as baterias entram nessa equação

O Brasil construiu uma das matrizes elétricas mais renováveis...

Só 18 espécies de árvores dominam a regeneração da Amazônia, revela estudo

Estudo identifica 18 espécies que lideram a regeneração da Amazônia e ajudam a recuperar o solo, reduzir o calor e restaurar a biodiversidade.

IA e combustíveis fósseis: tecnologia pode elevar emissões em até 1,8 gigatonelada por ano

Estudo sobre IA e combustíveis fósseis mostra que a tecnologia pode elevar as emissões globais em até 1,8 gigatonelada por ano.