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“Haverá um colapso nas áreas de TI e Inovação no pós-pandemia”. Esta é a manchete da semana nas mídias que trabalham com as últimas novidades no segmento editorial de tecnologias. O diretor-executivo da Fundação Paulo Feitoza, Luís Braga, reconhece que há uma escassez de profissionais nesta área, entretanto, de forma recorrente, há mais de 10 anos, o planejamento estratégico da instituição prioriza tecnologias
disruptivas como Internet das coisas, segurança cibernética, robótica, inteligência artificial entre outras. E assim se prepara para as surpresas permanentes da Quarta Revolução Industrial.
Nesta quarta-feira, ele abriu sua agenda para conversar com o portal BrasilAmazôniaAgora, no contexto da coluna Follow up. Confira.
O que era minha percepção está se mostrando realidade. Existe uma grande chance de colapso nas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e Inovação no período pós-pandemia — e não pela falta de vagas, mas sim pela falta de mão de obra qualificada.
O estudo mostra a necessidade de investimento em educação e tecnologia, principalmente. A proposta é uma matriz energética menos emissora de gases de efeito estufa, voltada para inovações que permitam a restauração florestal e a modernização das práticas de agricultura e pecuária, em busca de uma maior produção com diminuição da área plantada.
Enquanto os alertas se concentram nos incêndios de 2027, a redução das chuvas pode alcançar muito antes os rios, os portos, o abastecimento do interior e as linhas de produção do Polo Industrial de Manaus