O Rio de Janeiro enfrentou temperaturas escaldantes no último sábado (16/3), com sensação térmica ultrapassando os 60⁰C, enquanto a maior parte do Centro-Sul do...
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) estendeu um alerta vermelho, sinalizando perigo extremo, para 15 estados brasileiros e o Distrito Federal, prevendo que a...
O Brasil enfrenta um aumento alarmante nas temperaturas conforme anunciado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), que elevou o alerta de calor de laranja...
As fortes chuvas que atingem boa parte do Brasil desde o último final de semana seguem causando problemas. No Paraná, onde um grande deslizamento de terra...
Há 16 anos, ribeirinhos de 15 comunidades de Manicure (AM) lutam pela criação de uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS). Em 2020, o governo do Amazonas...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.