“A recuperação da BR-319, através da via diplomática, civilizatória e sustentável, oferece uma oportunidade ímpar para o reflorestamento das áreas degradadas ou desmatadas em sua área de influência, na perspectiva da Bioeconomia.”
"A recuperação da BR-319, mais do que um projeto governamental, é uma demanda histórica da sociedade e uma oportunidade do tecido social nativo demonstrar sua responsabilidade ambiental [..] É imperativo priorizar a geração de empregos no interior, fortalecer as cooperativas, as iniciativas da bioeconomia não predatória. Fortalecer e o compromisso com a proteção florestal, garantindo que o desenvolvimento econômico ande de mãos dadas com a sustentabilidade ambiental."
“A recuperação da BR-319 não é apenas uma questão de desmatamento ou proteção ambiental. É uma escolha brasileira que deve ser feita com premissas claras, estratégias bem definidas e resultados mensuráveis[...] Com um trabalho coletivo e a visão de um futuro próspero, a estrada pode finalmente cumprir seu propósito original, conectando regiões e promovendo o desenvolvimento econômico e social, sempre em harmonia com a preservação ambiental. Será dessa vez? A resposta depende de nós, brasileiros, e da nossa capacidade de trabalhar juntos em prol de um futuro melhor para todos”.
Prometendo ser a resolução de uma briga antiga entre ambientalistas e desenvolvimentistas, novo relatório do Ministério dos Transportes confirma a viabilidade técnica e ambiental da total pavimentação da BR-319, destacando a importância da obra para conectar Manaus ao resto do Brasil e reduzir o isolamento terrestre do Amazonas.
Ao todo foram gastos mais de R$62 bilhões de reais pelo governo federal na reconstrução do Rio Grande do Sul até agora. Mas para onde foram esses gastos? Uma ferramenta de transparência foi lançada para ajudar a população a entender para onde foi cada dinheiro.
"No Amazonas, quais estruturas correspondentes às comportas gaúchas estão precisando de manutenção, a quem precisaremos recorrer para adaptar nossa vida às novas realidades climáticas? [...] Se não há zelo pelo básico, pelo mais complexo, que exige elevada sensibilidade e ciência, como ativos culturais, de infraestrutura, e os naturais, nosso maior patrimônio. Da esquerda à direita, sobrepõem-se ideologias patrimonialistas. Que uma cobrança incessante possa conduzir à ideologia do zelo."