“O aumento da capacidade da oferta de frete será percebido, pois está sendo carreado uma quantidade enorme de recursos dos consumidores, de uma maneira geral, para as empresas transportadoras (e não para os “caminhoneiros”). Isso aumentará a competitividade e a lucratividade das regiões ricas e retirará ainda mais recursos das regiões periféricas e mais isoladas”
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.