Contudo, não há algoritmo nem bom senso em economia capaz de traçar cenários para taxa de câmbio, taxa de juros e crescimento do PIB, quando o componente político passa a pesar tanto quanto vem acontecendo domesticamente. Há elevados "riscos de cauda". Muito provavelmente, incertezas e volatilidade tomarão conta, cada vez mais, do cenário de curto prazo. No Brasil, em anos de eleições presidenciais, caminhamos cada vez muito próximo do abismo.
"Querer resolver os problemas de competitividade da indústria brasileira com redução de alíquota de impostos (reguladores ou não) e/ou com outras medidas de desoneração...
O documento aponta que a inflação brasileira está pressionada pela desvalorização cambial, pela alta dos preços internacionais das commodities e pela crise hídrica.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.