“Fomos nós que fizemos tudo para sermos esquecidos apesar desta cara de pidão, ou de frustração, que permanece em cada um de nós, patologicamente alcançados pela síndrome do vira-lata”.
Prevalecem as opiniões de que a ZFM renuncia impostos e que pouco arrecadaria, o que não é um fato da realidade. Assim, a nossa escada vai sendo chutada, antes da redução das desigualdades e das deficiências que temos.
Aquele velho papo de que a empresa cumpre sua função social criando empregos já não vale mais nada. As empresas precisam ter fornecedores éticos, ser ambientalmente correta e adotar uma política de distribuição de lucros com seus funcionários. É o padrão mínimo. Se for uma grande corporação, terá que cuidar do planeta, também, sob o risco de sofrer boicote dos consumidores mais preocupados com o ambiente. O mundo deu essa virada e não há nenhuma indicação de que vá mudar de ideia.
"A hora de semear as novas matrizes econômicas para a diversificação – não substituição- adensamento e interiorização da economia do polo industrial de Manaus...
Vemos como bons augúrios da atual gestão da Suframa, a ampliação dos recursos para os programas prioritários de Tecnologia da Informação e Comunicação, bem como o PPBIO. Isso significa uma semeadura com promessas dos melhores frutos, representados pela obstinação cada vez maior de buscar aplicação dos recursos aqui gerados na melhoria das nossas instalações de qualificação de recursos humanos e de interiorização do desenvolvimento.
Especialistas alertam que países do G7 podem ver suas economias encolherem duas vezes mais do que agora se a temperatura global subir 2,6 ºC, nos próximos 30 anos.