A Zona Franca de Manaus celebra 55 anos em fevereiro de 2022. Ela foi criada para reduzir as desigualdades regionais entre o norte e o sul do país. E, apesar das dificuldades de infraestrutura de transportes, comunicação e energia, o Brasil é o maior beneficiário desta economia baseada em contrapartida fiscal e proteção ambiental. E quais são estes benefícios:
É fundamental trazer as discussões para o presente, para quando formos visitados por alguém com juras de apoio, depois não nos surpreendermos por este alguém destruindo o rio com mercúrio, o chão de fábrica sem a ciência ou nos colocando grilhões adicionais. Mesmo que já tenhamos sido muito enganados ou achado que estávamos, ou estamos com “o certo”, o que seria o maior erro, porque a evolução se faz pela dúvida – inclusive sobre as nossas certezas.
Isto quer dizer que entre os desafios do poder público, e sem ser novidade, está o de buscar alternativas para ocupar estas pessoas, já que na escolha entre a rentabilidade e o emprego, sobrará sempre o desemprego. Esta variável tem sido e será uma constante.
Cuidemos da ZFM porque ela ajuda o amazônida ainda não suficientemente estruturado para alavancar sozinho sua economia. Cultivemos e cuidemos do PIM porque ele é a base da ZFM. O jogo hoje é ganha-ganha; no Day After terá perdedores.
Apesar das dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19 no ano passado, a política de empregabilidade da prefeitura ficou à frente de grandes cidades dos eixos Sul, Sudeste e Nordeste.
Em 2022, um ano de incertezas e indefinições vai exigir que estejamos mais unidos, especialmente em torno das instituições, organismos e entidades que estejam fazendo a coisa certa, ou seja, aquilo que a Lei determina. Essa união vai nos ajudar a cumprir nossa responsabilidade social na geração de emprego e compromisso ambiental de proteção florestal.