Em pedido de resposta, engenheiro agrônomo Xico Graziano, membro do núcleo de campanha de Sergio Moro, diz que candidatura é aliada na luta em defesa do futuro sustentável
Em entrevista coletiva, pré-candidato do PT à presidência falou em meio ambiente urbano, pesticidas e defendeu o legado de construção de grandes hidrelétricas na Amazônia
Descanse em paz, Dauro Fernandes Braga, querido amigo e irmão. Esteja certo que seu brado não foi em embalde. Eles serão retomados e sempre soarão quando os direitos civis forem aviltados e os compromissos com a cidadania sejam abusivamente esquecidos. Obrigado por seu legado de coragem, companheirismo e indignação.
Em 1998, iniciamos a construção do CBA, Centro de Biotecnologia da Amazônia, com os recursos das empresas pagos à Suframa. 22 anos depois, com investimentos de US$120 mi, ainda não temos CNPJ, que nos permitiria inaugurar o polo de Bioeconomia. Com ele, em 10 anos, dizem os especialistas, estaríamos produzindo e exportando produtos da biodiversidade amazônica dentro do parâmetro de sustentabilidade que usamos há meio século para gerar empregos e proteger a floresta. Bioeconomia supõe manter a floresta em pé com os recursos da Ciência e Tecnologia, com os quais produziremos em laboratório os itens que a humanidade precisa
País corre contra o tempo para preservar fatias do agronegócio; regulamentação do mercado global de carbono abre oportunidade histórica para venda de créditos por captura de gases do efeito estufa