O Polo Industrial da Zona Franca de Manaus precisa avançar na diversificação e adensamento produtivo de que é capaz. Alertas é o que não faltam. Precisa, porém, seguir no fortalecimento do protagonismo de sua representação de classe e, se for o caso, recorrer aos mandamentos constitucionais para que os benefícios financeiros recolhidos pela Indústria sejam alocados em diversificação e adensamento da atividade econômica, sempre com baixo carbono, a favor da população vitimada pelas atividades ilegais na Amazônia, do clima e da reputação do programa ZFM?
Mais do que atrair investimentos, precisamos criar as condições para que os investidores queiram vir para Manaus. Temos aqui um dos motores da indústria do Brasil e daqui podem sair grandes ganhos para o país e para a sua nova atuação na geopolítica global, onde a Amazônia ganha um papel central.
“Vale lembrar, com efeito, que saíram das receitas geradas pelo Polo Industrial de Manaus parcelas robustas dos recursos de P&D para bancar pendências do referido programa Ciência Sem Fronteiras, por isso, nada mais justo que estes cientistas aquinhoados e aqueles que, por eles possam ser recomendados, venham nos ajudar a consolidar as próximas etapas da diversificação, adensamento e interiorização do desenvolvimento.”
Entre outras idiossincrasias, em resumo, os autores das PEC para a reforma tributária descobriram finalmente a solução para a problemática das Novas Matrizes Econômicas para o Amazonas e não veem importância nos empregos. A inanição e os devaneios são as soluções propostas.
Com verbas de P&D já recolhidos das indústrias em Manaus o orçamento do novo CBA, poderia aumentar o investimento do Centro para mais de R$ 300 milhões