Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.
É o que aponta um estudo realizado pela CNI, que mostra que a tecnologia 4.0 para fabricação de produtos com recursos da biodiversidade verde e amarela pode ser uma aliada.
Esta colônia imperial, composta de homens livres e libertários, empreendedores, criativos, atentos às oportunidades regionais, configurou uma economia planejada, um tecido social participativo.
“Nós queremos assinalar que os fundos necessários para o polo de Bioeconomia já são produzidos pela indústria. Basta que não sejam mais contingenciados como vem ocorrendo historicamente”.
“O momento exige interlocução, transparência e cumplicidade cívica como vacinas essencial. Assim, além de combater as mazelas das fakenews, estaremos contribuindo para uma aproximação construtiva e fraterna no combate às desigualdades imorais entre Norte e Sul do Brasil.”