Há um erro perigoso circulando como verdade confortável: o de que a inteligência artificial “vai acabar com os empregos”. Não é isso. O que a IA está fazendo — com velocidade brutal — é redefinir o que conta como trabalho qualificado, mudar a gramática das funções e deslocar o valor para onde há competência técnica, pensamento analítico e disciplina digital.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.