Para a Amazônia, essa é uma escolha estratégica urgente. Ou investimos no desenvolvimento de capital cerebral como vetor de soberania e inovação, ou continuaremos dependentes de modelos centrais de tecnologia e know-how, observando nossas riquezas naturais e humanas serem subutilizadas.
Apesar do potencial da tecnologia para apoiar a transição energética, o consumo de energia trazido por sua implementação já vem sendo debatido pelas empresas
Uma pesquisa da Bain em cinco países mostra que 90% dos brasileiros se dizem preocupados com o ambiente. Com dois selos amazônicos em construção, o desafio de quem vende a origem da floresta deixa de ser convencer e passa a ser explicar.