As atividades serão promovidas pelo Clubinho Honda e atenderão crianças da rede municipal de ensino de Manaus
A Honda e a Secretaria Municipal de Educação...
Testemunha e parte integrante dessa liturgia construtiva, junto-me aos demais atores dessa história bela e teimosa de edificação da economia da Zona Franca de Manaus. Nem sempre compreendida nem respeitada em seus propósitos, direitos e contribuições. Foi preciso - e com muita frequência - desviar o melhor de nossa energia para desfazer equívocos, remover a maledicência, destacar os resultados de nossa obstinação colaborativa para gerar oportunidades de emprego e renda e assim atuar – dia após dia – na redução das desigualdades regionais de um país tão rico e tão injusto com as regiões mais pobres da Federação. Por isso o desrespeito nos constrange e aborrece.
Em 1998, iniciamos a construção do CBA, Centro de Biotecnologia da Amazônia, com os recursos das empresas pagos à Suframa. 22 anos depois, com investimentos de US$120 mi, ainda não temos CNPJ, que nos permitiria inaugurar o polo de Bioeconomia. Com ele, em 10 anos, dizem os especialistas, estaríamos produzindo e exportando produtos da biodiversidade amazônica dentro do parâmetro de sustentabilidade que usamos há meio século para gerar empregos e proteger a floresta. Bioeconomia supõe manter a floresta em pé com os recursos da Ciência e Tecnologia, com os quais produziremos em laboratório os itens que a humanidade precisa
Crescimento é boa notícia, mas números ainda representam pouco mais da metade das vendas registradas dez anos atrás
Caros leitores, digníssimas leitoras: uma das gratas...