“Quando vamos começar a unir esforços respeitando as demais visões sobre o que é melhor para a Amazônia e as suas sociedades locais? Ainda estamos longe do Fim da História e precisamos construir uma mudança que saia da repetição diária que enfrentamos por aqui. Chega de rodovias pelas rodovias ou de garimpos pelos garimpos. Chega de chamar estrangeiros para nos dizer o que fazer, pois eles só defenderão seus próprios interesses. Já é o momento de aprendermos algo com a história e agir.”
Ao reunir no mesmo fórum o comando da política hidroviária, o DNIT e a Marinha, o CIEAM oferece uma mostra dos resultados de uma mobilização construída ao longo dos anos. A presença qualificada do governo federal indica que os gargalos do Amazonas começam a ser compreendidos como uma questão nacional, ligada à competitividade, à arrecadação, à segurança territorial e ao futuro da economia da floresta em pé.