“…o guaraná lidera os inumeráveis formatos de aproveitamento e mimetização do banco genético da floresta e suas infinitas possibilidades de Bioeconomia. Sua exploração inovadora e sustentável agrega outras frutos e iniciativas bioenergéticas e refrescantes como faz o Guaraná Magistral há 80 anos.”
“As exigências operacionais da viabilidade são fundamentais para destravar este potencial econômico, garantindo que o guaraná continue a ser um símbolo de vitalidade, no desfile da economia da vida ou da bioeconomia da sustentabilidade Amazônia.”
Quando a família de José Cruz decidiu, em 1945, implantar uma indústria de bebidas, inicialmente baseada no sagrado fruto amazônico do Guaraná, havia um movimento em Manaus para reativar a economia da borracha. Restara um vazio com o fim do conflito mundial e com a debandada dos americanos, que haviam - num esforço de guerra - financiado o resgate do látex, essencial para fazer rodar suas máquinas de guerra. Um dos entusiastas dessa façanha era o visionário Cosme Ferreira, que havia criado três empresas.
Desde 2018, produto tem selo de indicação geográfica
Por Ana Graziela Aguiar e Carina Dourado -Agência Brasil
No coração da Amazônia, está a cidade de Maués,...
O Guaraná já é um elemento importante da vida econômica e da realidade social e ambiental da região Norte. Mas, pode fazer muito mais pelo Brasil. Novos formatos da bebida impactam positivamente a saúde dos consumidores. Novas tecnologias permitem promover a reestruturação da cadeia e compor a escalagem industrial e comercial de um dos mais significativos e simbólicos produtos da Bioeconomia Tropical.