Graziela Santos, arqueira indígena, almeja ser a primeira mulher indígena nas Olimpíadas e busca fundos para criar um centro de treinamento na Amazônia, para desenvolver talentos locais e preservar práticas culturais.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.