O relatório documenta o avanço das atividades extrativistas, projetos de infraestrutura e queimadas nos nove países que dividem o território amazônico e traz um panorama das ameaças que avançam sobre a maior floresta tropical do mundo.
De acordo com os investigadores, há também a participação de pessoas ligadas à regional da Fundação Nacional do Índio (Funai) no esquema de extração ilegal nos garimpos.
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.