O edital do fundo amazônico Lira foi lançado nesta segunda-feira (17) com o objetivo de fortalecer o protagonismo feminino em associações e cooperativas que representam povos indígenas, quilombolas e extrativistas.
O óleo de copaíba tem se tornado um pilar na economia de comunidades ribeirinhas na Amazônia, o extrativismo sustentável tem transformado a região e dado oportunidade para as pessoas, fortalecendo cadeias produtivas locais com apoio do BNDES e do Idesam.
“Em suma, a discussão em torno da BR-319 e o desenvolvimento sustentável da Amazônia necessita de uma abordagem holística, que não apenas aborde os desafios imediatos, mas também pavimente o caminho para um futuro sustentável e economicamente viável para a região. E nos temos direito constitucional de decidir o ir e vir de nossos caminhos”.
“Por isso, parece-nos oportuna uma ação do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, cuja missão inclui a captação de investimentos voltados ao desenvolvimento da Amazônia e a conservação de sua biodiversidade e florestas. Além de conhecer perfeitamente as especificidades do bioma, alguns estados estão dotados de competências na esfera das relações internacionais. Para eles, um eventual entendimento com a União Europeia, por exemplo, poderia trazer recursos adicionais para ações de sustentabilidade para a Inclusão digital, a educação de qualidade e para transferência de tecnologias limpas.”
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos