De acordo com os dados de uma pesquisa realizada pelo Banco Nacional de Empregos (BNE) no fim do ano passado, praticamente todas as profissões da área de tecnologia estarão em alta ao longo de 2022, com uma previsão de cerca de 400 mil vagas disponíveis. Entretanto, mesmo com essa perspectiva de crescimento eminente, o país ainda sofre com falta de mão de obra qualificada para esse setor.
O polo de bioindústria foi desenhado a partir das demandas da economia local e das saídas vislumbradas na diversidade biológica e mineral da região. Tudo ia bem até que começou uma querela estéril e danosa entre os ministérios que passaram a querer um CBA para chamar de seu, na suposição de que esse patrimônio lhes pertencia. Não pertencia e não pertence a ninguém, muito menos à União e seus escalões. É um patrimônio a serviço da Amazônia, das demandas de suas indústrias, das pequenas empresas que se beneficiam das verbas do Programas Prioritários da Suframa para empreendedores, nos programas e projetos a partir da floresta, de seu banco genético, que padece da inovação tecnológica.
E o que tem a ver com isso a quebra da cadeia global de suprimentos, a tal quebra da globalização? As crises, dizem os pedagogos, são oportunidades de crescimento quando tratamos do desenvolvimento humano e são excelentes janelas de oportunidades para quem está empenhado em criar/aproveitar as novas alternativas de novos negócios que temos buscado para a região.
“ITech Day é mais um avanço no conceito e aplicabilidade da Inteligência Artificial na indústria local”, diz Luís Braga, diretor executivo da Fundação Paulo Feitoza - FPF Tech.
Os desafios do Amazonas são grandes demais para projetos individuais e urgentes demais para disputas menores. A hora pede convergência, responsabilidade e comunhão de propósitos