“Comissão de Logística do CIEAM mobiliza atores envolvidos nas ameaças de vazante extrema na Amazônia para debates e providências urgentes. A participação ativa e o compartilhamento de informações pelos stakeholders são e serão cruciais para desenvolver um plano de ação robusto, que não só responda às crises, mas as previna, mostrando que, de fato, prevenir é mais barato que remediar.”
“Incorporar os princípios de ESG, portanto, no cerne das operações e inovações das empresas tornou-se uma necessidade estratégica. Ao focar em iniciativas de proteção ambiental, impacto social significativo e governança efetiva, as empresas começam a se posicionar como líderes na resolução de desafios globais, como o desmatamento da Amazônia”.
Eduardo Braga criou, entre outros programas de suporte ao desenvolvimento regional, o CETAM, Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, um mega programa de formação profissional pelo beiradão amazônico. Ou seja, proteção florestal e qualificação profissional com a pegada da sustentabilidade. Mais de dois milhões de jovens qualificados. Não é fácil, todos sabem, mas é possível, disputar mão de obra para os jovens com o crime organizado na Amazônia. Eles não emitem NFe, não pagam imposto nem assinam carteira profissional. E isso precisa mudar.
“Nos últimos anos, entre os temas da infraestrutura competitiva, o CIEAM reforçou sua Comissão de Logística, onde essa questão toma corpo e mobiliza atores do setor privado, da academia e poder público. Teses de qualificação acadêmica, debates de fôlego, com acaloradas discussões, já permitiram o detalhamento de saídas com novas estratégias, rotas e parcerias, e preparação dos mecanismos e do protagonismo necessários à mudança. Afinal, a nova Zona Franca de Manaus precisa de infraestrutura competitiva e isso é atribuição legal da União, a maior beneficiária na partilha dos ativos.”
Mineração e bioeconomia são pautas de pirotecnia messiânica de sucessivos governos que não transformam narrativas em iniciativas. O problema, porém, não está com eles, está em nós, em nossa dificuldade atávica e inexplicável de escrever, preparar e construir a partir de hoje a resposta à indagação fundamental de como será o amanhã da Amazônia.
Integrante destacado do setor varejista e industrial, Azevedo vai ser encontrado sempre e com singular dedicação nas reuniões do que era chamado de Santa Aliança, a gestão articulada do setor privado do Amazonas através de suas lideranças nas entidades de classe. Era neste contexto que José e também Antônio Azevedo passaram a atuar em sintonia pela integração no setor privado, insistindo sempre na necessidade de interiorizar o desenvolvimento como o melhor modelo e estratégia de preservação/conservação da Amazônia.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes