No caso da Amazônia, a ideia é que esses estudos auxiliem os brasileiros na busca de atividades econômicas sustentáveis baseadas em um conhecimento profundo do potencial da floresta.
Carta de pesquisadores brasileiros publicada na Science contesta a dissociação entre desmatamento e queimadas usada como argumento pelo governo Bolsonaro.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.