A indústria amazonense, quer entrar pela porta da frente e contribuir. Queremos discutir rumos e metas. Queremos participar do planejamento e atuar bem de...
Considerados fundamentais para o monitoramento e até para a construção de políticas de preservação da biodiversidade, os dados abertos de florestas requerem um "acordo radicalmente novo" entre originadores, usuários e financiadores.
Um dos mais importantes precursores do movimento da indústria 4.0 no Polo Industrial de Manaus, o pesquisador Sandro Breval(*), pós-doutor em Inovação Tecnológica, e um dos fundadores do portal Brasil Amazônia Agora, é um dos mais qualificados cérebros da Quarta Revolução que se apresenta no Amazonas. Integrante da organização da EXPOAMAZÔNIA BIO&TIC 2022, em junho próximo, ele prevê que “será um divisor de águas, a partir de nós mesmos, pelos conhecimentos e oportunidades que estaremos partilhando e sacramentando. O Brasil deixará de nos olhar apenas como seu fornecedor de receitas. Temos mais do que tributos para oferecer. Será que Brasília nos vê como pobres tecnologicamente e nos enxerga muito distantes para acessar parcerias? Longe é a China, a Amazônia está mais perto do que nunca, em busca apenas de conexão e interoperabilidade, para expansão de sua maturidade em amplos significados, direções e contribuições que podemos oferecer”.
Nova fronteira do desmatamento, estado registrou este ano os piores números da série do INPE. Em toda Amazônia Legal, área em alerta é do tamanho de Fortaleza
“A reforma tributária altera a distribuição das receitas e exige que governo, prefeituras e setor produtivo organizem desde já o financiamento do desenvolvimento nos municípios”.