A mensagem é inequívoca: da manutenção da floresta amazônica depende a viabilidade da sociedade brasileira. Somos existencialmente dependentes da floresta, como sociedade e, em última instância, como espécie.
A degradação ambiental nas favelas das capitais do Brasil é a mesma das cidades da Amazônia e decorrem todas elas da política nacional até então praticada, não tendo nada a ver com queimadas ou desflorestamento da floresta.
Os dados são de um estudo do IBGE publicado ontem (24/9), o qual analisa as mudanças no uso da terra nos diferentes biomas brasileiros desde o começo deste século.
A Amazônia está mais perto de um ponto de inflexão ecológica catastrófica do que em qualquer outro momento nos últimos 100.000 anos, e a atividade humana é a causa.
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo