Tag: Fábio Calderaro

Mariana Barrela e a Tutiplast: quando a floresta entra na indústria pela porta da frente

“Há empresas que crescem. E há empresas que amadurecem — ao ponto de entender que a Amazônia não é cenário: é método, matéria-prima, ética e destino”.

Assinatura de contrato de gestão no CBA marca nova era para Biotecnologia

O vice presidente da República e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, juntamente com o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, e o diretor-executivo da Fundação...

Tutiplast e CBA avançam na prospecção de bioinsumos

O gestor do CBA, Fábio Calderaro, destacou: "identificamos que o setor termoplástico tem o maior efeito de encadeamento produtivo, logo pode gerar demandas para...

CBA, a boa notícia

E qual é a novidade desse acontecimento? É que já se passaram 20 anos da inauguração das instalações do Centro de Biotecnologia da Amazônia, o sonhado Polo de bioindústria, aquele que deveria buscar os princípios ativos da floresta, sem desmatar suas árvores, mas apenas copiar as soluções que a natureza dispõe - e que não são poucas - para problemas que atormentam a humanidade, tais como a saúde, a velhice, a insegurança alimentar… para dar três exemplos. Respostas, como dizem os cientistas, disponíveis aos montes na Amazônia.  

Centro de Bionegócios da Amazônia: nutracêuticos, cosméticos e fármacos com a floresta em pé

A pedra fundamental do CBA foi lançada no apagar das luzes do Século XX. Seus padrinhos foram FHC e seu vice, Marco Maciel, filho e marido, respectivamente de mulheres amazonenses. Muita água rolou de lá pra cá,  mas pouca energia gerou a favor da sociedade. Enfim, depois de duas décadas e muitas disputas, na gestão Algacir Polsin, da Suframa, e com Fábio Calderaro à frente, o CBA, que havia nascido como Centro de Biotecnologia da Amazônia, passou a se credenciar como Centro de Bionegócios, no coração da maior floresta tropical do mundo e 1/5 do banco genético da Terra. Nessa sexta-feira, 6 de maio, de boas notícias para a Zona Franca de Manaus, a planta do CBA foi regada com o lançamento do Edital que lhe trará a definição de seu modelo de negócios, além, é claro, do esperado CNPJ. Ufa! Fábio Calderaro nos acolheu em seguida para uma prosa Amazônia. Confira.

Centro de Bionegócios da Amazônia, o possível e o necessário

Nesse contexto, perde o sentido a querela política para fazer valer o expediente constitucional e o legítimo anseio da Amazônia em resguardar o acesso a um novo padrão de desenvolvimento e sua inserção no sumário de uma nova civilização brasileira.  

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