Novo estudo revela que grandes bancos financiam empresas de petróleo e gás na Amazônia enquanto promovem imagem sustentável. Lembramos também casos de financiamento de bancos brasileiros a crimes ambientais. Greenwashing na Amazônia
“É imperativo que as empresas, reguladores e investidores trabalhem juntos para criar um sistema onde a sustentabilidade seja uma prioridade real, baseada em dados concretos e verificáveis. Apenas assim poderemos enfrentar os desafios ambientais e sociais de nosso tempo e construir um futuro mais justo e sustentável para todos aqueles alcançados pelos benefícios da Zona Franca de Manaus, na Indústria da Floresta”.
“Além de assegurar a ‘produção’ de água e amenizar as temperaturas locais, a recuperação da Caatinga também constitui uma estratégia vigorosa de combate à pobreza e à fome (…) Enquanto isso, o cientista Niro Higuchi destaca que as empresas do polo industrial de Manaus deveriam explorar mais a ‘sombra climática’ de seus negócios, estudando o papel da floresta nas ciclagens de água, carbono e energia, além de contribuir para a educação e pesquisa ambiental.”
"Compromissos de longo prazo e a adoção de práticas efetivas não apenas protegem direitos humanos e compromissos institucionais, mas também mitigam riscos econômicos e reputacionais, promovendo uma gestão verdadeiramente sustentável e responsável nas cadeias de suprimentos."
“A credibilidade ambiental tornou-se um componente essencial para a sustentabilidade a longo prazo das empresas, especialmente aquelas que buscam não apenas lucrar, mas também fazer a diferença no mundo”.
O Brasil assinou o Acordo de Paris em 2015, comprometendo-se a reduzir até 2025 suas emissões de gases de efeito estufa em até 37% (comparados aos níveis emitidos em 2005), estendendo essa meta para 43% até 2030.
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.