Essa prática tradicional permite a produção da erva-mate, utilizada para chimarrão, tererê e mate, de forma integrada e harmoniosa com outras espécies florestais, frutíferas e medicinais da região.
A ideia é que o potencial de sequestro de carbono das áreas contempladas pelo projeto da erva-mate seja convertido em linhas de custeio para a implantação de sistemas agroflorestais
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.