O projeto de energia eólica offshore terá capacidade instalada de até 24,5 megawatts (MW) e marca um avanço estratégico rumo à diversificação da matriz energética brasileira.
O fator decisivo para o sucesso dessa transição energética foi a queda expressiva no custo da energia eólica, impulsionada por avanços tecnológicos e pelo aumento da produção em escala no país.
A ofensiva judicial da FIESP contra a Zona Franca de Manaus expõe mais do que um embate tributário. Revela a dificuldade histórica de parte do Brasil em aceitar qualquer redistribuição de competitividade, riqueza e protagonismo econômico fora do eixo tradicional de poder.