“Investimentos em ações de resiliência, junto com uma abordagem proativa para a gestão de mudanças climáticas, são indispensáveis para garantir a estabilidade econômica da região e do país. As lições aprendidas com as enchentes devem moldar não apenas a recuperação pós-tragédia, mas também a preparação para futuros desafios ambientais e econômicos”
O Rio Grande do Sul enfrenta uma das piores tragédias climáticas de sua história, com chuvas contínuas que já resultaram em 24 mortes, 21 desaparecidos e mais de 8 mil desabrigados. Entenda o que a complexa série de anormalidades que causou esse desastre climático e que podem estar sendo cada vez mais normais.
A cheia histórica desse ano no rio Acre levou a uma crise sem precedentes, com 19 municípios em estado de emergência e planos para realocar a cidade de Brasileia.
Recém publicado estudo do Observatório do Clima destaca que a cadeia de produção alimentar é a principal fonte de emissões no Brasil, instigando a necessidade de reformas ambientais e legislativas urgentes.
O Rio Grande do Sul enfrenta alertas de temporais intensos e recebe um aporte significativo de recursos federais após desastres que já resultaram em 46 mortes.