Vemos como bons augúrios da atual gestão da Suframa, a ampliação dos recursos para os programas prioritários de Tecnologia da Informação e Comunicação, bem como o PPBIO. Isso significa uma semeadura com promessas dos melhores frutos, representados pela obstinação cada vez maior de buscar aplicação dos recursos aqui gerados na melhoria das nossas instalações de qualificação de recursos humanos e de interiorização do desenvolvimento.
As investigações também constataram, segundo a PF, irregularidades em três contratos firmados em janeiro deste ano relativos ao funcionamento do hospital de campanha, cujos objetos eram conservação e limpeza, lavanderia hospitalar e diagnóstico por imagem, sob suspeita de direcionamento para homologação do vencedor do certame, superfaturamento do preço contratado e não prestação do serviço especificado.
Com elegância e a firmeza de quem tem 33 anos de compromisso com o interesse público, Gustavo Igrejas, o ex-superintendente da Suframa, e uma das maiores autoridades em projetos industriais vinculados a contrapartida fiscal, disse porque o Secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC), Carlos da Costa, enfiou os pés pelas mãos ao surpreender os presentes, empresários, servidores públicos, jornalistas e parlamentares, na última reunião do CAS, retirando de pauta o projeto da LG Eletronics, que voltou para Manaus de onde nunca deveria ter saído. O artigo é didático, sólido e inquestionável. O gesto do Secretário é desprovido de intimidade com este acerto chamado Programa Zona Franca de Manaus. Aqui já se instalou a indústria 4.0, a quarta revolução industrial. Daqui pra frente os empregos serão inteligentes. Melhor que linha de montagem, certo? Cabe ao poder público criar condições para isso. Quem recolhe mais de 50% de todos os impostos federais do Norte está fazendo sua parte na geração de empregos. Será que a União está fazendo a sua? Confira!
“Assim, surge este bafejo de esperança com o esforço da FGV (SP) e entidades locais numa série de Diálogos Amazônicos. Uma fagulha de confiança se acende e poderá construir alguma luz sobre o nosso futuro e um facho de esperança para levar a alguma transformação.”
O Brasil tem larga experiência em promover políticas de desenvolvimento, conforme os avanços do agribusiness podem atestar. Conta com diversas instituições de pesquisa e desenvolvimento a altura do desafio das pesquisas voltadas para o fomento da bioeconomia na região. Além disso, a região é geradora de recursos suficientes para colocar a roda a girar. O que falta?
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.