A agenda ESG é mais do que um conjunto de normas. Ela é um compromisso ético e estratégico com a construção de um mundo mais equilibrado e resiliente. Retirá-la do centro das políticas públicas e corporativas é um risco que nenhuma nação, empresa ou sociedade pode se dar ao luxo de assumir.
Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro, pressiona por comprometimento dos países ricos no combate à mudança climática e planeja cobrar Emmanuel Macron sobre o acordo Mercosul-UE, destacando o papel do Brasil em liderar a agenda de sustentabilidade global.
Em visita a Belém, os presidentes Macron e Lula anunciam investimento de 1 bilhão de euros em bioeconomia na Amazônia, em meio a protestos do Greenpeace e discussões sobre proteção ambiental e cooperação científica.
Em participação da Cúpula sobre o Novo Pacto de Financiamento Global, o presidente brasileiro destacou a necessidade de maior mobilização global pelo meio ambiente e se comprometeu com diversas pautas além do combate as mudanças climáticas
A COP27 será o primeiro grande compromisso internacional do novo presidente Lula, onde a Amazônia será provavelmente o grande foco. No encontro deve ser apresentada a nova política ambiental do país.
A França de Macron tem sido um dos principais obstáculos nesse processo, com o presidente agora reeleito se posicionando repetidas vezes contra o acordo sob a justificativa de que ele trará concorrência desleal de produtores rurais na América do Sul, que não sofrem as mesmas restrições ambientais de seus contrapartes europeus.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.