A janela de oportunidade para impedir um aquecimento global acima de 2°C até o final deste século está diminuindo rapidamente e, sem medidas imediatas...
Cinco anos depois de desempenhar papel-chave na assinatura do histórico pacto global para combater as mudanças climáticas, país vê sua imagem arranhada por desmatamento...
“É bastante provável que, no médio prazo, poderá vir dos países de liberalismo iluminado da União Europeia, moldado nas crescentes crises do capitalismo do século XX, a indução a um redirecionamento para o uso sustentável dos recursos ambientais dos nossos ecossistemas. Autoridades, produtores e consumidores desses países estão reduzindo a demanda de produtos intensivos de recursos naturais se os mesmos forem produzidos em áreas de desmatamentos em florestas prístinas, o que impactará adversamente os negócios lucrativos nas fronteiras ecológicas.”
De acordo com o documento, essas mudanças poderiam tirar quase 500 milhões de pessoas da fome, dobrar a renda de 545 milhões de pequenos agricultores de países mais pobres e cortar as emissões do setor.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.