A derrubada de floresta para conversão em pastagens no bioma amazônico tem impulsionado as emissões de GEE do país e se tornou, desde 2017, a principal fonte de geração no Brasil desses gases que contribuem para o aquecimento global, apontaram pesquisadores.
Tratar a região com fidelidade ao seu potencial não significa apenas preservar o que tem que ser preservado. Mas estamos falando na maior oportunidade de toda história do desenvolvimento brasileiro de fazer algo que sempre tentamos fazer mais que falhamos. O desenvolvimento da Amazônia não se encerra na Amazônia. Estamos falando em colocar o Brasil em outro lugar.
Apenas 4% das propriedades no campo têm tratamento adequado de esgoto
O saneamento básico pode se tornar realidade em comunidades rurais brasileiras. É o que...
Nesse contexto, a insensatez do imperativo da desindustrialização, à exceção da agroindústria das commodities brasileiras, se torna clara. Nós conquistaríamos prioridade na oferta de alimentos, em compensação vamos ajudar a resgatar a cadeia asiática de suprimentos em todo seu esplendor mandarim. Em tempo, a inserção da Bioeconomia, pelo que está escrito no Plano Diretor da Embrapa para 20/30, será pinçada sempre e quando desenvolver sua inovação nanobiotecnológica voltada para o bioma cerrado. Não para o imensurável banco de germoplasma da Amazônia. É o que está acordado.
A Embrapa também desenvolve iniciativas para alcançar a chamada produção de carbono neutro, ou seja, compensar totalmente a emissão de gases do efeito estufa
Evento marcou o encerramento do eixo principal do fórum online “Amacro Trilhas de PD&I", após cinco dias de intensos debates, mesas redondas e palestras...
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.