Podendo ser pior do que a do ano passado, a seca no Amazonas está causando grandes prejuízos para a região. O governo implementa medidas emergenciais para mitigar os impactos.
Aumento contínuo das temperaturas globais e suas consequências regionais são destaque no último relatório do observatório Copernicus, que evidencia 11º recorde de mês mais quente história batido
Em 2024, o Brasil enfrenta um alarmante aumento de 81% em incêndios florestais, atingindo especialmente Amazônia e Cerrado, agravados por uma das secas mais intensas provocadas por mudanças climáticas e El Niño, enquanto confronta desafios políticos e greves em órgãos ambientais.
Pesquisadores da Unesp e do Cemaden alertam para um futuro preocupante na Amazônia, com condições secas e quentes tornando-se a norma até 2050 devido aos efeitos combinados do El Niño, La Niña e aquecimento global, aproximando a região de um ponto de não retorno que poderia transformar a floresta em cerrado.
Em março, o Brasil enfrentou um aumento crítico nas queimadas, com recordes no Cerrado e na Amazônia, apesar dos esforços governamentais intensificados para combater o fenômeno exacerbado pelo El Niño e mudanças climáticas.